terça-feira, 22 de dezembro de 2009
OS TRÊS REIS MAGOS
Não há provas históricas da existência desses Reis e no próprio Evangelho são citados apenas por Mateus. Talvez eles sejam apenas um símbolo, uma metáfora da legitimação de Jesus por todos os povos da Terra. O que importa, porém, é que a tradição permanece viva, inclusive através da popular Folia de Reis – festa de origem portuguesa que relembra anualmente a visita dos Reis Magos a Jesus. Em alguns países essa comemoração tornou-se mais importante que o próprio Natal. No Brasil, grupos de pessoas vestidas a caráter visitam algumas casas tocando músicas que glorificam o nascimento do Menino Jesus e a visitação dos Santos Reis. As festas, que se iniciam próximo ao Natal, são encerradas no dia seis de janeiro, quando se comemora o Dia de Reis.
domingo, 20 de dezembro de 2009
SER BROTINHO
Ser Brotinho
Paulo Mendes Campos
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
Paulo Mendes Campos
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
DEUS PODE ESTÁ DENTRO DE QUALQUER SER
Um menino de apenas quinze anos, de idade, estava sentado em um dos bancos de um ônibus quando Deus tocou no coração dele.
Pediu que ele levantasse e falasse aos passageiros sobre a volta de Cristo.
Um homem, com uma criança de colo, bancos sentado num dos
de Trás falou: cala tua boca e se senta. O menino envergonhado
Sentou-se. Mas, novamente foi tocado e levantou-se dizendo às
Palavras mesmas. O homem ameaçou dar em alguns tapas e ele
calou-se. Mas Deus continuava tocando no coração dele. Dessa vez,
ele levantou-se e gritou: "Jesus, Filho de Deus, está voltando!"
O homem, com seu filho no colo, levantou-se ea criança falou:
"Pai, não bate nele, ele foi enviado por Deus!" O homem baixou uma
cabeça e começou a chorar. O jovem perguntou: O que houve, porque
estar chorando agora? Ele respondeu: "foi um milagre, minha criança
muda era; estar falando agora. Jesus não veio para condenar o mundo,
e sim, para que o mundo fosse salvo por ele.
Deus está dentro pode ser de qualquer uma.
Pediu que ele levantasse e falasse aos passageiros sobre a volta de Cristo.
Um homem, com uma criança de colo, bancos sentado num dos
de Trás falou: cala tua boca e se senta. O menino envergonhado
Sentou-se. Mas, novamente foi tocado e levantou-se dizendo às
Palavras mesmas. O homem ameaçou dar em alguns tapas e ele
calou-se. Mas Deus continuava tocando no coração dele. Dessa vez,
ele levantou-se e gritou: "Jesus, Filho de Deus, está voltando!"
O homem, com seu filho no colo, levantou-se ea criança falou:
"Pai, não bate nele, ele foi enviado por Deus!" O homem baixou uma
cabeça e começou a chorar. O jovem perguntou: O que houve, porque
estar chorando agora? Ele respondeu: "foi um milagre, minha criança
muda era; estar falando agora. Jesus não veio para condenar o mundo,
e sim, para que o mundo fosse salvo por ele.
Deus está dentro pode ser de qualquer uma.
domingo, 13 de dezembro de 2009
O PRIMEIRO AUTOMÓVEL
O primeiro automóvel
Entre 1763 e 1769, Nicola Joseph Cugnot, Eng.º militar francês, teve a magnífica ideia de criar esse bem
que tem mudado a vida do ser humano. Cugnot fez isso, na época, para uso militar. Tinha 3 rodas, era acionado a vapor e tinha como objetivo substituir os cavalos no transporte de peças de artilharia.
Curiosidade à parte, já reparou como as guerras contribuíram para a evolução da humanidade e para as grandes descobertas tecnológicas?
Sim, grandes descobertas tal como essa e muitas outras!
A Guerra Fria (anos 60), contribuiu muito para a gente, hoje, está se comunicando através das teclas. Com ela foi descoberta a Internet (na altura designada ARPANET).
É lógico que por outras linhas; não às atuais! Sabemos que só em 1992 essa descoberta deu os primeiros passos para o uso em grande escala, que hoje está, e por qualquer cidadão.
Enfim, apesar dos danos, as discórdias também conseguem ter o seu lado positivo!
Entre 1763 e 1769, Nicola Joseph Cugnot, Eng.º militar francês, teve a magnífica ideia de criar esse bem
que tem mudado a vida do ser humano. Cugnot fez isso, na época, para uso militar. Tinha 3 rodas, era acionado a vapor e tinha como objetivo substituir os cavalos no transporte de peças de artilharia.
Curiosidade à parte, já reparou como as guerras contribuíram para a evolução da humanidade e para as grandes descobertas tecnológicas?
Sim, grandes descobertas tal como essa e muitas outras!
A Guerra Fria (anos 60), contribuiu muito para a gente, hoje, está se comunicando através das teclas. Com ela foi descoberta a Internet (na altura designada ARPANET).
É lógico que por outras linhas; não às atuais! Sabemos que só em 1992 essa descoberta deu os primeiros passos para o uso em grande escala, que hoje está, e por qualquer cidadão.
Enfim, apesar dos danos, as discórdias também conseguem ter o seu lado positivo!
O primeiro automóvel
O primeiro automóvel
Entre 1763 e 1769, Nicola Joseph Cugnot, Eng.º militar francês, teve a magnífica ideia de criar esse bem
que tem mudado a vida do ser humano. Cugnot fez isso, na época, para uso militar. Tinha 3 rodas, era acionado a vapor e tinha como objetivo substituir os cavalos no transporte de peças de artilharia.
Curiosidade à parte, já reparou como as guerras contribuíram para a evolução da humanidade e para as grandes descobertas tecnológicas?
Sim, grandes descobertas tal como essa e muitas outras!
A Guerra Fria (anos 60), contribuiu muito para a gente, hoje, está se comunicando através das teclas. Com ela foi descoberta a Internet (na altura designada ARPANET).
É lógico que por outras linhas; não às atuais! Sabemos que só em 1992 essa descoberta deu os primeiros passos para o uso em grande escala, que hoje está, e por qualquer cidadão.
Enfim, apesar dos danos, as discórdias também conseguem ter o seu lado positivo!
Entre 1763 e 1769, Nicola Joseph Cugnot, Eng.º militar francês, teve a magnífica ideia de criar esse bem
que tem mudado a vida do ser humano. Cugnot fez isso, na época, para uso militar. Tinha 3 rodas, era acionado a vapor e tinha como objetivo substituir os cavalos no transporte de peças de artilharia.
Curiosidade à parte, já reparou como as guerras contribuíram para a evolução da humanidade e para as grandes descobertas tecnológicas?
Sim, grandes descobertas tal como essa e muitas outras!
A Guerra Fria (anos 60), contribuiu muito para a gente, hoje, está se comunicando através das teclas. Com ela foi descoberta a Internet (na altura designada ARPANET).
É lógico que por outras linhas; não às atuais! Sabemos que só em 1992 essa descoberta deu os primeiros passos para o uso em grande escala, que hoje está, e por qualquer cidadão.
Enfim, apesar dos danos, as discórdias também conseguem ter o seu lado positivo!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
O automóvel
O primeiro automóvel
Entre 1763 e 1769, Nicola Joseph Cugnot, Eng.º militar francês, teve a magnífica ideia de criar esse bem
que tem mudado a vida do ser humano. Cugnot fez isso, na época, para uso militar. Tinha 3 rodas, era acionado a vapor e tinha como objetivo substituir os cavalos no transporte de peças de artilharia.
Curiosidade à parte, já reparou como as guerras contribuíram para a evolução da humanidade e para as grandes descobertas tecnológicas?
Sim, grandes descobertas tal como essa e muitas outras!
A Guerra Fria (anos 60), contribuiu muito para a gente, hoje, está se comunicando através das teclas. Com ela foi descoberta a Internet (na altura designada ARPANET).
É lógico que por outras linhas; não às atuais! Sabemos que só em 1992 essa descoberta deu os primeiros passos para o uso em grande escala, que hoje está, e por qualquer cidadão.
Enfim, apesar dos danos, as discórdias também conseguem ter o seu lado positivo!
Postado por israel-costa às 14:04
Postado por israel-costa às 14:34 0 comentários
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Brasil
Esse é um gigante e se estende, imponente, por mais de 8 milhões de quilómetros quadrados da América do Sul, entre florestas, matas de ricas araucárias, cerrados e caatingas, planícies e mares! Entre o rio eo mar, caudalosos veios e fluxos de agua doce, serenos lagos e um oceano verde espumante, que na sua exuberância, imensidão e poderio, submete-se e reverencia o gigante, beijando-lhe as costas, num perente vai-vem!
Esse é um gigante que, de norte a sul, de leste a oeste, exibe um sorriso largo, revestido de peles brancas e morenas, olhos tão claros e brilhantes, ou negros profundos, brejeiros de estonear!
Esse é um gigante que, vaidoso e fértil, expele do ventre raças diversas, miscigenadas em uma só!
Tudo isso é uma terra privilegiada e um povo orgulhoso que, há mais de 500 anos, se chama Brasil.
Postado por israel-costa às 19:17 0 comentários
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O poder da pontuação
Foi encontrado o seguinte testamento: "Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres". Quem tinha direito ao espólio? Eram quatro os concorrentes. O sobrinho assim pontuou o texto: "deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". A irmã pontuou assim: "deixo os bens à minha irmã. Não ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres." O alfaiate fez a sua versão. "Deixo os bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". O procurador dos pobres pontuou assim: 'Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres!".
O anônimo moribundo, como podem perceber os leitores, não era um bom redator. Ou então tinha - por motivos óbvios - a pressa dos jornalistas nos minutos que precedem ao fechamento da edição.
Postado por israel-costa às 20:58 0 comentários
Marcadores: israelc97gmail.com
terça-feira, 29 de setembro de 2009
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O automóvel
O primeiro automóvel
Entre 1763 e 1769, Nicola Joseph Cugnot, Eng.º militar francês, teve a magnífica ideia de criar esse bem
que tem mudado a vida do ser humano. Cugnot fez isso, na época, para uso militar. Tinha 3 rodas, era acionado a vapor e tinha como objetivo substituir os cavalos no transporte de peças de artilharia.
Curiosidade à parte, já reparou como as guerras contribuíram para a evolução da humanidade e para as grandes descobertas tecnológicas?
Sim, grandes descobertas tal como essa e muitas outras!
A Guerra Fria (anos 60), contribuiu muito para a gente, hoje, está se comunicando através das teclas. Com ela foi descoberta a Internet (na altura designada ARPANET).
É lógico que por outras linhas; não às atuais! Sabemos que só em 1992 essa descoberta deu os primeiros passos para o uso em grande escala, que hoje está, e por qualquer cidadão.
Enfim, apesar dos danos, as discórdias também conseguem ter o seu lado positivo!
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Brasil
Esse é um gigante e se estende, imponente, por mais de 8 milhões de quilómetros quadrados da América do Sul, entre florestas, matas de ricas araucárias, cerrados e caatingas, planícies e mares! Entre o rio eo mar, caudalosos veios e fluxos de agua doce, serenos lagos e um oceano verde espumante, que na sua exuberância, imensidão e poderio, submete-se e reverencia o gigante, beijando-lhe as costas, num perente vai-vem!
Esse é um gigante que, de norte a sul, de leste a oeste, exibe um sorriso largo, revestido de peles brancas e morenas, olhos tão claros e brilhantes, ou negros profundos, brejeiros de estonear!
Esse é um gigante que, vaidoso e fértil, expele do ventre raças diversas, miscigenadas em uma só!
Tudo isso é uma terra privilegiada e um povo orgulhoso que, há mais de 500 anos, se chama Brasil.
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O poder da pontuação
Foi encontrado o seguinte testamento: "Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres". Quem tinha direito ao espólio? Eram quatro os concorrentes. O sobrinho assim pontuou o texto: "deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". A irmã pontuou assim: "deixo os bens à minha irmã. Não ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres." O alfaiate fez a sua versão. "Deixo os bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". O procurador dos pobres pontuou assim: 'Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres!".
O anônimo moribundo, como podem perceber os leitores, não era um bom redator. Ou então tinha - por motivos óbvios - a pressa dos jornalistas nos minutos que precedem ao fechamento da edição.
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
O FRACASSO DO ENEM 2009
Segurança, à elaboração das provas e o adiamento.
Se tivesse sido feito em algum local seguro, não teria havido vasamento. O local pode ter sido seguro. Mas tinha alguém vigindo? Então foi o mesmo que terem colocado às ovelhas no meio dos lobos.
À elaboração das provas foi um desastre: pra que o aluno se preparar um ano pra não trabalhar em cima do estudou? Por que não ter sido feita perguntas objetivas, de um vestibular normal, sem a necessidade de o aluno ter que ler àquele monte cousa? Quem elaborou àquelas provas não tinha o que fazer ou não pensou nos alunos humildes; pensou naqueles que tiveram condições e fizeram um curso de leitura dinâmica que devem ter sido poucos, até mesmo por que muita gente não sabia que ia ser necessário . A verdade é que todo o assunto estudado foi para o ralo. A maioria dos alunos que fizeram à prova, com certeza, chutaram.
O adiamento foi o que fez muita gente desistir. Quem desistiu de fazer às provas não perdeu nada. Evitou de se estressar.
Esses foram os fracassos do enem 2009.
9 de dezembro de 2009 02:01
Aquário
Aquário é um signo fixo de ar associados com amigos, grupos e ideais coletivos. Ela simboliza a reforma, invenção e mudança social. Aquário é individualista, original, pouco convencional, progressista, independente, humanitário, altruísta, visionário, perceptivo, intelectual, lógico, engenhoso, inventivo, imprevisível, independente, simpática e científica. Aquário é retratado como "O Aguadeiro" derramar o conteúdo de uma urna, o que parece ser um signo de água. O que se derrama como água a partir desta urna pode realmente ser ondas de força elétrica que acendem a iluminação social. A energia de Aquário ideal para elevar a vibração da sociedade, ajudando-a ressoar em mais humanamente tolerantes e níveis progressivos. É um sinal, impessoal futurista que faz bem com o grupo de energia e com o avanço coletivo. Strong minded Aquário acredita em cooperação, mas afirma veementemente seu direito de ser um indivíduo.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Política no Brasil
Ser político no Brasil tem três problemas: honestidade, lealdade, e corrupção.
A honestidade quando ele é, o político trabalha em pró do povo que o elegeu.
A lealdade, geralmente, pode ficar duas partes em: ele pode trabalhar em pró da classe política ou em favor do povo que o elegeu.
Já a corrupção e Harmonia em trabalhar defendendo o interesse deles Próprios. A política brasileira é uma verdadeira desorganização: deputados criando leis que não o auto-prejudique. Essa é a Política no Brasil.
É um gabarito para à corrupção mundo não.
A honestidade quando ele é, o político trabalha em pró do povo que o elegeu.
A lealdade, geralmente, pode ficar duas partes em: ele pode trabalhar em pró da classe política ou em favor do povo que o elegeu.
Já a corrupção e Harmonia em trabalhar defendendo o interesse deles Próprios. A política brasileira é uma verdadeira desorganização: deputados criando leis que não o auto-prejudique. Essa é a Política no Brasil.
É um gabarito para à corrupção mundo não.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
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