sábado, 3 de julho de 2010

O DIPLOMA JORNALÍSTICO

Ser um bom escritor não é sinônimo de fazer uma faculdade. A dedicação no que se faz, me referindo a este tema, fala mais alto. Aliás: em se tratando de ler e escrever, se o profissional não souber isso com o ensino médio, não será fazendo uma faculdade que ele irá aprender. Grande parte dos países discutiu o fim da imposição do diploma para desempenhar a função de jornalista no Brasil. Quando iniciei os meus estudos de jornalismo, na UNICAMP, em Campinas, há quase trinta anos, eu já previa à desnecessidade desse mau uso de tempo. Quem fez jornalismo sabe disso: muitos estudantes da área não frequentava aula, em várias matérias, e passavam com notas altas. Quem sabe ler e escrever, realmente, e quer trabalhar na atividade jornalística, basta à força de vontade e ler os bons livros de bons autores. A maioria dos profissionais que está atuando continua aprendendo. Diga-se de passagem, todas às profissões estão sempre sendo atualizadas e os profissionais estão sempre aprendendo. Com certeza irá dar um banho em muitos diplomados que atua na área. Até dou à minha opinião: faça outro curso técnico, mesmo universitário para se especializar em escrever, com maior conhecimento, sobre àquela área. Conheço muita gente com diploma que escreve muito mal. Não é à-toa que um jornalista que está no auge da mídia, há algum tempo, foi corrigido por uma ex-participante do "BBB", programa que é apresentado de ano em ano pela tal emissora onde ele trabalha, isso deu o que falar. Têm muitas redações de jornais que não admitem que empregam jornalista sem o diploma do referido ofício. Existe muitos dinossauros da comunicação escrita que nem se quer entraram numa universidade. Muitos fizeram outras ocupações. Imagine um veículo de comunicação, sem outros profissionais, só com jornalistas. Isso iria impedir os diálogos. Claro, uma redação completa precisa de profissionais em diversas áreas. Refiro-me à uma empresa que tenha como bancar à esses especialistas. Eles irão falar diretamente com o peso do conhecimento deles. Você, futuro jornalista, não se sinta preparado para assumir a função se já não estiver pronto, ou seja, se você estivesse preparado não iria fazer o curso. Não tente desistir de concluir o seu curso em andamento. Você que está formado, não rasgue o seu diploma. Tente fazer o melhor proveito dele.
Mas à grande interrogação grosseira é a cassação da imposição moral do diploma pelo STF- pelo então Ministro(que à maioria dos cidadãos brasileiros se descontentaram na época: Gilmar Mendes) foi que o jornalismo brasileiro estava andando muito devagar com à decisão. Não é verdade. Se você pensar em grande parte dos jornalistas e ir fazer uma pesquiza, verá que poucos fizeram jornalismo. À mídia digital está muito veloz e se é isso que você quer, tem conhecimento e está preparado, o futuro é agora.
Postado por Israel Costa às 20:12




TelClean - Voz Limpa e Sem Limites

quinta-feira, 4 de março de 2010

COVOPOPSE

COVOPOPSE- colaborador voluntário por prazer da Santa Edwiges

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O Menino Azul Da Rússia

Em 11 de janeiro de 1996, uma criança incomum nasceu na cidade de Volzhsky, na região de Volgograd, Rússia. Sua mãe, Nadezhda Kipriyanovich descreve o trabalho de parto: "Foi muito rápido e não senti nenhuma dor. Quando me mostraram o bebê, ele me olhava fixamente com seus grandes olhos castanhos. Como médica (ela é dermatologista), eu sei que não é habitual entre nascituros esse olhar concentrado. Exceto esse fato ele parecia um bebê normal."

Quando saiu da maternidade, de volta ao lar, Nadezhda começou a perceber que o menino, chamado Boris, tinha um comportamento singular: raramente chorava e nunca solicitava qualquer alimento. Ele crescia como as outras crianças mas começou a falar aos quatro meses e dizia frases inteiras aos oito meses. Com um ano e meio, lia jornais.

Boriska começou a desenhar figuras que, à primeira vista, eram abstrações nas quais se misturavam tons de azul e violeta. Quando psicólogos examinaram os desenhos, disseram que o garoto estava, provavelmente, tentando representar a aura das pessoas que via ao seu redor. Aos três anos, Boris começou a conversar com seus pais sobre o Universo. Ele sabia nomear todos os planetas dos sistema solar e seus respectivos satélites. Falava também nomes e número de galáxias. Isso pareceu assustador e a mãe pensou que seu filho estava fantasiando; por isso, resolveu conferir se aqueles nomes realmente existiam. Consultou livros de astronomia e ficou chocada ao constatar que Boris, de fato, sabia muito sobre aquela ciência.

Os rumores sobre o "menino-astrônomo" espalharam-se rapidamente na cidade. Boriska tornou-se uma celebridade local e as pessoas começaram a visitá-lo para ouví-lo falar sobre civilizações extraterrestres, sobre a existência de antigas raças humanas de gigantes, sobre o futuro do planeta em função de mudanças climáticas. Todos ouviam aquelas coisas com grande interesse embora não acreditassem nas histórias.

Os pais decidiram batizar o filho cogitando que talvez fosse uma questão espiritual pois acreditavam que havia algo errado com Boris. Mas o fenômeno não cessou: Boriska começou a falar às pessoas sobre seus "pecados". Um dia, na rua, abordou um rapaz e admoestou-o por usar drogas; advertia certos homens para que parassem de bater em suas mulheres; prevenia pessoas sobre a iminência de problemas e doenças.

O menino sofre com o conhecimento prévio de desastres naturais ou sociais: durante a crise do Beslan, recusou-se a ir à escola enquanto durou o ataque. Quando perguntaram a ele o que sentia sobre o assunto respondeu que era como se algo queimasse dentro dele. "Eu sabia que o caso todo teria um final terrível" - disse Boriska. Sobre o futuro do planeta ele avisa que a Terra passará por duas situações muito perigosas nos anos de 2009 e 2013, com a ocorrência de catástrofes relacionadas à água.

Especialistas dos Instituto de Estudos do Magnetismo Terrestre e Ondas de Rádio da Academia Russa de Ciências (Institute of Earth Magnetism and Radio-waves of the Russian Academy of Sciences) fotografaram a aura de Boriska que mostrou-se forte, nítida de modo incomum. O professor Vladislav Lugovenko analisa: "Ele apresenta um espectograma laranja, o que significa que é uma pessoa alegre, positiva, com um intelecto muito poderoso".

Existe uma teoria de que o cérebro humano possui dois tipos básicos de memória: a memória de trabalho (consciente, voluntária) e a memória remota. Uma das habilidades do cérebro é salvar informações sobre a experiência, sejam emoções ou pensamentos, em uma dimensão que transcende o indivíduo. Essas informações são capturadas por um singular campo informacional que faz parte do Universo. Poucas pessoas são capazes de acessar informações contidas nesse campo."

Ainda segundo Lugovenko, é possível medir as faculdades extrasensoriais das pessoas com o auxílio de equipamentos especiais e através de procedimentos muito simples. Cientistas de todo o mundo têm-se se empenhado na pesquisa desses fenômenos a fim de revelar o mistério destas crianças extraordinárias, como o garoto Boris. Um dado interessante é que nos últimos 20 anos, bebês dotados de habilidades incomuns têm nascido em todos os continentes.

Os especialistas chamam estas crianças de indigo children ou "crianças azuis", possivelmente uma referência ao avatar indiano Khrisna que, segundo a lenda, era azul. "Boriska é uma dessas crianças. Aparentemente, as "crianças azuis" têm a missão especial de promover mudanças em nosso planeta. Muitas delas possuem as espirais do DNA notavelemnte perfeitas o que lhes confere uma inacreditável resistência do sistema imunológico capaz de neutralizar a ação do vírus da AIDS. Eu [Lugovenko] tenho encontrado crianças assim na China, Índia, Vietnam entre outros lugares e estou certo de esta geração mudará o futuro da nossa civilização.

Enquanto as agências espaciais tentam encontrar sinais de vida no planeta Marte, Boriska, aos nove anos, relata aos seus parentes e amigos tudo o que sabe sobre a civilização marciana, informações que ele recorda de uma vida passada. Um jornalista russo entrevistou recentemente o menino sobre sua experiência como habitante de Marte:



ENTREVISTADOR - Boriska, você realmente viveu em Marte como dizem as pessoas da vizinhança?

BORISKA - Sim, eu vivi, é verdade. Eu tinha 14 ou 15 anos. Os marcianos faziam guerra todo o tempo e eu tinha de participar daquilo. Eu podia viajar no tempo e no espaço, podia voar em naves espaciais e também pude observar a vida no planeta Terra. As naves marcianas são muito complexas e podem se deslocar pelo Universo.

ENTREVISTADOR - Existe vida em Marte atualmente?

BORISKA - Sim, existe, mas o planeta perdeu sua atmosfera há muitos anos atrás como resultado de uma catástrofe global. O povo marciano ainda vive em cidades nos subterrâneos. Eles respiram gás carbônico.

ENTREVISTADOR - Qual é a aparência dos marcianos?

BORISKA - Eles são muito altos, uma altura média de sete metros. Eles possuem capacidades inacreditáveis.

Boriska fala de Marte mas também tem lembranças de suas observações sobre Terra naquela existência passada: ele foi testemunha da destruição da lendária civilização da Lemúria, "A maior catástrofe que já aconteceu neste planeta. Um continente gigante foi engolido por terríveis tempestades oceânicas. Eu tinha um amigo lemuriano que morreu na minha frente esmagado por uma rocha. Não pude fazer nada. Nós estamos destinados a nos reencontrar em algum momento desta vida." Sobre o Egito, Boriska diz que existe um conhecimento precioso oculto sob uma pirâmide que ainda não foi descoberta: "A vida vai mudar quando a Esfinge for aberta. A Esfinge tem um mecanismo que aciona uma abertura secreta. O mecanismo está atrás da orelha."

Quanto ao aumento de nascimentos de crianças especialmente dotadas, o garoto informa que isto é decorrência do fato de que "chegou a época" propícia para que elas venham à Terra porque o "renascimento do planeta se aproxima... Eles estão nascendo e estarão preparados para ajudar as pessoas... Amar seus inimigos, essa é a Lei. Você sabe porque o lemurianos pereceram? Porque eles não investiram no desenvolvimento espiritual e mergulharam nas práticas da Magia desconsiderando esta Lei. O amor é a verdadeira mágica!". Boris encerrou a entrevista dizendo: Kailis, e o entrevistador perguntou:



ENTREVISTADOR - O que você disse?

BORISKA - Eu disse Olá. Essa é a língua do meu planeta.

FONTE: PRAVDA ENGLISH - publicado em 29/10/2005
LINKS RELACIONADOS:
Boriska: Lemúria & Vida Eterna




LINKS RELACIONADOS

A Vida Em Marte Segundo a Teosofia
por C. W. Leadbeater

BORISKA, HISTÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO




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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

100 Erros Mais Comuns em Português

100 Erros Mais Comuns em Português
Recebi através de um e-mail, sem autoria, e publico aqui mais como uma forma de arquivar a curiosidade do que qualquer outra coisa. Todo mundo que escreve, seja um bilhete, um blog ou um livro se preocupa de alguma forma com seu “português”. Fica aqui registrado os 100 erros mais comuns.

1 – “Mal cheiro”, “mau-humorado”. Mal opõe-se a bem e mau, a bom. Assim: mau cheiro (bom cheiro), mal-humorado (bem-humorado). Igualmente: mau humor, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar.

2 – “Fazem” cinco anos. Fazer, quando exprime tempo, é impessoal: Faz cinco anos. / Fazia dois séculos. / Fez 15 dias.

3 – “Houveram” muitos acidentes. Haver, como existir, também é invariável: Houve muitos acidentes. / Havia muitas pessoas. / Deve haver muitos casos iguais.

4 – “Existe” muitas esperanças. Existir, bastar, faltar, restar e sobrar admitem normalmente o plural: Existem muitas esperanças. / Bastariam dois dias. / Faltavam poucas peças. / Restaram alguns objetos. / Sobravam idéias.

5 – Para “mim” fazer. Mim não faz, porque não pode ser sujeito. Assim: Para eu fazer, para eu dizer, para eu trazer.

6 – Entre “eu” e você. Depois de preposição, usa-se mim ou ti: Entre mim e você. / Entre eles e ti.

7 – “Há” dez anos “atrás”. Há e atrás indicam passado na frase. Use apenas há dez anos ou dez anos atrás.

8 – “Entrar dentro”. O certo: entrar em. Veja outras redundâncias: Sair fora ou para fora, elo de ligação, monopólio exclusivo, já não há mais, ganhar grátis, viúva do falecido.

9 – “Venda à prazo”. Não existe crase antes de palavra masculina, a menos que esteja subentendida a palavra moda: Salto à (moda de) Luís XV. Nos demais casos: A salvo, a bordo, a pé, a esmo, a cavalo, a caráter.

10 – “Porque” você foi? Sempre que estiver clara ou implícita a palavra razão, use por que separado: Por que (razão) você foi? / Não sei por que (razão) ele faltou. / Explique por que razão você se atrasou. Porque é usado nas respostas: Ele se atrasou porque o trânsito estava congestionado.

11 – Vai assistir “o” jogo hoje. Assistir como presenciar exige a: Vai assistir ao jogo, à missa, à sessão. Outros verbos com a: A medida não agradou (desagradou) à população. / Eles obedeceram (desobedeceram) aos avisos. / Aspirava ao cargo de diretor. / Pagou ao amigo. / Respondeu à carta. / Sucedeu ao pai. / Visava aos estudantes.

12 – Preferia ir “do que” ficar. Prefere-se sempre uma coisa a outra: Preferia ir a ficar. É preferível segue a mesma norma: É preferível lutar a morrer sem glória.

13 – O resultado do jogo, não o abateu. Não se separa com vírgula o sujeito do predicado. Assim: O resultado do jogo não o abateu. Outro erro: O prefeito prometeu, novas denúncias. Não existe o sinal entre o predicado e o complemento: O prefeito prometeu novas denúncias.

14 – Não há regra sem “excessão”. O certo é exceção. Veja outras grafias erradas e, entre parênteses, a forma correta: “paralizar” (paralisar), “beneficiente” (beneficente), “xuxu” (chuchu), “previlégio” (privilégio), “vultuoso” (vultoso), “cincoenta” (cinqüenta), “zuar” (zoar), “frustado” (frustrado), “calcáreo” (calcário), “advinhar” (adivinhar), “benvindo” (bem-vindo), “ascenção” (ascensão), “pixar” (pichar), “impecilho” (empecilho), “envólucro” (invólucro).

15 – Quebrou “o” óculos. Concordância no plural: os óculos, meus óculos. Da mesma forma: Meus parabéns, meus pêsames, seus ciúmes, nossas férias, felizes núpcias.

16 – Comprei “ele” para você. Eu, tu, ele, nós, vós e eles não podem ser objeto direto. Assim: Comprei-o para você. Também: Deixe-os sair, mandou-nos entrar, viu-a, mandou-me.

17 – Nunca “lhe” vi. Lhe substitui a ele, a eles, a você e a vocês e por isso não pode ser usado com objeto direto: Nunca o vi. / Não o convidei. / A mulher o deixou. / Ela o ama.

18 – “Aluga-se” casas. O verbo concorda com o sujeito: Alugam-se casas. / Fazem-se consertos. / É assim que se evitam acidentes. / Compram-se terrenos. / Procuram-se empregados.

19 – “Tratam-se” de. O verbo seguido de preposição não varia nesses casos: Trata-se dos melhores profissionais. / Precisa-se de empregados. / Apela-se para todos. / Conta-se com os amigos.

20 – Chegou “em” São Paulo. Verbos de movimento exigem a, e não em: Chegou a São Paulo. / Vai amanhã ao cinema. / Levou os filhos ao circo.

21 – Atraso implicará “em” punição. Implicar é direto no sentido de acarretar, pressupor: Atraso implicará punição. / Promoção implica responsabilidade.

22 – Vive “às custas” do pai. O certo: Vive à custa do pai. Use também em via de, e não “em vias de”: Espécie em via de extinção. / Trabalho em via de conclusão.

23 – Todos somos “cidadões”. O plural de cidadão é cidadãos. Veja outros: caracteres (de caráter), juniores, seniores, escrivães, tabeliães, gângsteres.

24 – O ingresso é “gratuíto”. A pronúncia correta é gratúito, assim como circúito, intúito e fortúito (o acento não existe e só indica a letra tônica). Da mesma forma: flúido, condôr, recórde, aváro, ibéro, pólipo.

25 – A última “seção” de cinema. Seção significa divisão, repartição, e sessão equivale a tempo de uma reunião, função: Seção Eleitoral, Seção de Esportes, seção de brinquedos; sessão de cinema, sessão de pancadas, sessão do Congresso.

26 – Vendeu “uma” grama de ouro. Grama, peso, é palavra masculina: um grama de ouro, vitamina C de dois gramas. Femininas, por exemplo, são a agravante, a atenuante, a alface, a cal, etc.

27 – “Porisso”. Duas palavras, por isso, como de repente e a partir de.

28 – Não viu “qualquer” risco. É nenhum, e não “qualquer”, que se emprega depois de negativas: Não viu nenhum risco. / Ninguém lhe fez nenhum reparo. / Nunca promoveu nenhuma confusão.

29 – A feira “inicia” amanhã. Alguma coisa se inicia, se inaugura: A feira inicia-se (inaugura-se) amanhã.

30 – Soube que os homens “feriram-se”. O que atrai o pronome: Soube que os homens se feriram. / A festa que se realizou… O mesmo ocorre com as negativas, as conjunções subordinativas e os advérbios: Não lhe diga nada. / Nenhum dos presentes se pronunciou. / Quando se falava no assunto… / Como as pessoas lhe haviam dito… / Aqui se faz, aqui se paga. / Depois o procuro.

31 – O peixe tem muito “espinho”. Peixe tem espinha. Veja outras confusões desse tipo: O “fuzil” (fusível) queimou. / Casa “germinada” (geminada), “ciclo” (círculo) vicioso, “cabeçário” (cabeçalho).

32 – Não sabiam “aonde” ele estava. O certo: Não sabiam onde ele estava. Aonde se usa com verbos de movimento, apenas: Não sei aonde ele quer chegar. / Aonde vamos?

33 – “Obrigado”, disse a moça. Obrigado concorda com a pessoa: “Obrigada”, disse a moça. / Obrigado pela atenção. / Muito obrigados por tudo.

34 – O governo “interviu”. Intervir conjuga-se como vir. Assim: O governo interveio. Da mesma forma: intervinha, intervim, interviemos, intervieram. Outros verbos derivados: entretinha, mantivesse, reteve, pressupusesse, predisse, conviesse, perfizera, entrevimos, condisser, etc.

35 – Ela era “meia” louca. Meio, advérbio, não varia: meio louca, meio esperta, meio amiga.

36 – “Fica” você comigo. Fica é imperativo do pronome tu. Para a 3.ª pessoa, o certo é fique: Fique você comigo. / Venha pra Caixa você também. / Chegue aqui.

37 – A questão não tem nada “haver” com você. A questão, na verdade, não tem nada a ver ou nada que ver. Da mesma forma: Tem tudo a ver com você.

38 – A corrida custa 5 “real”. A moeda tem plural, e regular: A corrida custa 5 reais.

39 – Vou “emprestar” dele. Emprestar é ceder, e não tomar por empréstimo: Vou pegar o livro emprestado. Ou: Vou emprestar o livro (ceder) ao meu irmão. Repare nesta concordância: Pediu emprestadas duas malas.

40 – Foi “taxado” de ladrão. Tachar é que significa acusar de: Foi tachado de ladrão. / Foi tachado de leviano.

41 – Ele foi um dos que “chegou” antes. Um dos que faz a concordância no plural: Ele foi um dos que chegaram antes (dos que chegaram antes, ele foi um). / Era um dos que sempre vibravam com a vitória.

42 – “Cerca de 18″ pessoas o saudaram. Cerca de indica arredondamento e não pode aparecer com números exatos: Cerca de 20 pessoas o saudaram.

43 – Ministro nega que “é” negligente. Negar que introduz subjuntivo, assim como embora e talvez: Ministro nega que seja negligente. / O jogador negou que tivesse cometido a falta. / Ele talvez o convide para a festa. / Embora tente negar, vai deixar a empresa.

44 – Tinha “chego” atrasado. “Chego” não existe. O certo: Tinha chegado atrasado.

45 – Tons “pastéis” predominam. Nome de cor, quando expresso por substantivo, não varia: Tons pastel, blusas rosa, gravatas cinza, camisas creme. No caso de adjetivo, o plural é o normal: Ternos azuis, canetas pretas, fitas amarelas.

46 – Lute pelo “meio-ambiente”. Meio ambiente não tem hífen, nem hora extra, ponto de vista, mala direta, pronta entrega, etc. O sinal aparece, porém, em mão-de-obra, matéria-prima, infra-estrutura, primeira-dama, vale-refeição, meio-de-campo, etc.

47 – Queria namorar “com” o colega. O com não existe: Queria namorar o colega.

48 – O processo deu entrada “junto ao” STF. Processo dá entrada no STF. Igualmente: O jogador foi contratado do (e não “junto ao”) Guarani. / Cresceu muito o prestígio do jornal entre os (e não “junto aos”) leitores. / Era grande a sua dívida com o (e não “junto ao”) banco. / A reclamação foi apresentada ao (e não “junto ao”) Procon.

49 – As pessoas “esperavam-o”. Quando o verbo termina em m, ão ou õe, os pronomes o, a, os e as tomam a forma no, na, nos e nas: As pessoas esperavam-no. / Dão-nos, convidam-na, põe-nos, impõem-nos.

50 – Vocês “fariam-lhe” um favor? Não se usa pronome átono (me, te, se, lhe, nos, vos, lhes) depois de futuro do presente, futuro do pretérito (antigo condicional) ou particípio. Assim: Vocês lhe fariam (ou far-lhe-iam) um favor? / Ele se imporá pelos conhecimentos (e nunca “imporá-se”). / Os amigos nos darão (e não “darão-nos”) um presente. / Tendo-me formado (e nunca tendo “formado-me”).


51 – Chegou “a” duas horas e partirá daqui “há” cinco minutos. Há indica passado e equivale a faz, enquanto a exprime distância ou tempo futuro (não pode ser substituído por faz): Chegou há (faz) duas horas e partirá daqui a (tempo futuro) cinco minutos. / O atirador estava a (distância) pouco menos de 12 metros. / Ele partiu há (faz) pouco menos de dez dias.

52 – Blusa “em” seda. Usa-se de, e não em, para definir o material de que alguma coisa é feita: Blusa de seda, casa de alvenaria, medalha de prata, estátua de madeira.

53 – A artista “deu à luz a” gêmeos. A expressão é dar à luz, apenas: A artista deu à luz quíntuplos. Também é errado dizer: Deu “a luz a” gêmeos.

54 – Estávamos “em” quatro à mesa. O em não existe: Estávamos quatro à mesa. / Éramos seis. / Ficamos cinco na sala.

55 – Sentou “na” mesa para comer. Sentar-se (ou sentar) em é sentar-se em cima de. Veja o certo: Sentou-se à mesa para comer. / Sentou ao piano, à máquina, ao computador.

56 – Ficou contente “por causa que” ninguém se feriu. Embora popular, a locução não existe. Use porque: Ficou contente porque ninguém se feriu.

57 – O time empatou “em” 2 a 2. A preposição é por: O time empatou por 2 a 2. Repare que ele ganha por e perde por. Da mesma forma: empate por.

58 – À medida “em” que a epidemia se espalhava… O certo é: À medida que a epidemia se espalhava… Existe ainda na medida em que (tendo em vista que): É preciso cumprir as leis, na medida em que elas existem.

59 – Não queria que “receiassem” a sua companhia. O i não existe: Não queria que receassem a sua companhia. Da mesma forma: passeemos, enfearam, ceaste, receeis (só existe i quando o acento cai no e que precede a terminação ear: receiem, passeias, enfeiam).

60 – Eles “tem” razão. No plural, têm é assim, com acento. Tem é a forma do singular. O mesmo ocorre com vem e vêm e põe e põem: Ele tem, eles têm; ele vem, eles vêm; ele põe, eles põem.

61 – A moça estava ali “há” muito tempo. Haver concorda com estava. Portanto: A moça estava ali havia (fazia) muito tempo. / Ele doara sangue ao filho havia (fazia) poucos meses. / Estava sem dormir havia (fazia) três meses. (O havia se impõe quando o verbo está no imperfeito e no mais-que-perfeito do indicativo.)

62 – Não “se o” diz. É errado juntar o se com os pronomes o, a, os e as. Assim, nunca use: Fazendo-se-os, não se o diz (não se diz isso), vê-se-a, etc.

63 – Acordos “políticos-partidários”. Nos adjetivos compostos, só o último elemento varia: acordos político-partidários. Outros exemplos: Bandeiras verde-amarelas, medidas econômico-financeiras, partidos social-democratas.

64 – Fique “tranquilo”. O u pronunciável depois de q e g e antes de e e i exige trema: Tranqüilo, conseqüência, lingüiça, agüentar, Birigüi.

65 – Andou por “todo” país. Todo o (ou a) é que significa inteiro: Andou por todo o país (pelo país inteiro). / Toda a tripulação (a tripulação inteira) foi demitida. Sem o, todo quer dizer cada, qualquer: Todo homem (cada homem) é mortal. / Toda nação (qualquer nação) tem inimigos.

66 – “Todos” amigos o elogiavam. No plural, todos exige os: Todos os amigos o elogiavam. / Era difícil apontar todas as contradições do texto.

67 – Favoreceu “ao” time da casa. Favorecer, nesse sentido, rejeita a: Favoreceu o time da casa. / A decisão favoreceu os jogadores.

68 – Ela “mesmo” arrumou a sala. Mesmo, quanto equivale a próprio, é variável: Ela mesma (própria) arrumou a sala. / As vítimas mesmas recorreram à polícia.

69 – Chamei-o e “o mesmo” não atendeu. Não se pode empregar o mesmo no lugar de pronome ou substantivo: Chamei-o e ele não atendeu. / Os funcionários públicos reuniram-se hoje: amanhã o país conhecerá a decisão dos servidores (e não “dos mesmos”).

70 – Vou sair “essa” noite. É este que desiga o tempo no qual se está ou objeto próximo: Esta noite, esta semana (a semana em que se está), este dia, este jornal (o jornal que estou lendo), este século (o século 20).

71 – A temperatura chegou a 0 “graus”. Zero indica singular sempre: Zero grau, zero-quilômetro, zero hora.

72 – A promoção veio “de encontro aos” seus desejos. Ao encontro de é que expressa uma situação favorável: A promoção veio ao encontro dos seus desejos. De encontro a significa condição contrária: A queda do nível dos salários foi de encontro às (foi contra) expectativas da categoria.

73 – Comeu frango “ao invés de” peixe. Em vez de indica substituição: Comeu frango em vez de peixe. Ao invés de significa apenas ao contrário: Ao invés de entrar, saiu.
74 – Se eu “ver” você por aí… O certo é: Se eu vir, revir, previr. Da mesma forma: Se eu vier (de vir), convier; se eu tiver (de ter), mantiver; se ele puser (de pôr), impuser; se ele fizer (de fazer), desfizer; se nós dissermos (de dizer), predissermos.

75 – Ele “intermedia” a negociação. Mediar e intermediar conjugam-se como odiar: Ele intermedeia (ou medeia) a negociação. Remediar, ansiar e incendiar também seguem essa norma: Remedeiam, que eles anseiem, incendeio.

76 – Ninguém se “adequa”. Não existem as formas “adequa”, “adeqüe”, etc., mas apenas aquelas em que o acento cai no a ou o: adequaram, adequou, adequasse, etc.

77 – Evite que a bomba “expluda”. Explodir só tem as pessoas em que depois do d vêm e e i: Explode, explodiram, etc. Portanto, não escreva nem fale “exploda” ou “expluda”, substituindo essas formas por rebente, por exemplo. Precaver-se também não se conjuga em todas as pessoas. Assim, não existem as formas “precavejo”, “precavês”, “precavém”, “precavenho”, “precavenha”, “precaveja”, etc.

78 – Governo “reavê” confiança. Equivalente: Governo recupera confiança. Reaver segue haver, mas apenas nos casos em que este tem a letra v: Reavemos, reouve, reaverá, reouvesse. Por isso, não existem “reavejo”, “reavê”, etc.

79 – Disse o que “quiz”. Não existe z, mas apenas s, nas pessoas de querer e pôr: Quis, quisesse, quiseram, quiséssemos; pôs, pus, pusesse, puseram, puséssemos.

80 – O homem “possue” muitos bens. O certo: O homem possui muitos bens. Verbos em uir só têm a terminação ui: Inclui, atribui, polui. Verbos em uar é que admitem ue: Continue, recue, atue, atenue.

81 – A tese “onde”… Onde só pode ser usado para lugar: A casa onde ele mora. / Veja o jardim onde as crianças brincam. Nos demais casos, use em que: A tese em que ele defende essa idéia. / O livro em que… / A faixa em que ele canta… / Na entrevista em que…
82 – Já “foi comunicado” da decisão. Uma decisão é comunicada, mas ninguém “é comunicado” de alguma coisa. Assim: Já foi informado (cientificado, avisado) da decisão. Outra forma errada: A diretoria “comunicou” os empregados da decisão. Opções corretas: A diretoria comunicou a decisão aos empregados. / A decisão foi comunicada aos empregados.

83 – Venha “por” a roupa. Pôr, verbo, tem acento diferencial: Venha pôr a roupa. O mesmo ocorre com pôde (passado): Não pôde vir. Veja outros: fôrma, pêlo e pêlos (cabelo, cabelos), pára (verbo parar), péla (bola ou verbo pelar), pélo (verbo pelar), pólo e pólos. Perderam o sinal, no entanto: Ele, toda, ovo, selo, almoço, etc.

84 – “Inflingiu” o regulamento. Infringir é que significa transgredir: Infringiu o regulamento. Infligir (e não “inflingir”) significa impor: Infligiu séria punição ao réu.

85 – A modelo “pousou” o dia todo. Modelo posa (de pose). Quem pousa é ave, avião, viajante, etc. Não confunda também iminente (prestes a acontecer) com eminente (ilustre). Nem tráfico (contrabando) com tráfego (trânsito).

86 – Espero que “viagem” hoje. Viagem, com g, é o substantivo: Minha viagem. A forma verbal é viajem (de viajar): Espero que viajem hoje. Evite também “comprimentar” alguém: de cumprimento (saudação), só pode resultar cumprimentar. Comprimento é extensão. Igualmente: Comprido (extenso) e cumprido (concretizado).

87 – O pai “sequer” foi avisado. Sequer deve ser usado com negativa: O pai nem sequer foi avisado. / Não disse sequer o que pretendia. / Partiu sem sequer nos avisar.

88 – Comprou uma TV “a cores”. Veja o correto: Comprou uma TV em cores (não se diz TV “a” preto e branco). Da mesma forma: Transmissão em cores, desenho em cores.

89 – “Causou-me” estranheza as palavras. Use o certo: Causaram-me estranheza as palavras. Cuidado, pois é comum o erro de concordância quando o verbo está antes do sujeito. Veja outro exemplo: Foram iniciadas esta noite as obras (e não “foi iniciado” esta noite as obras).

90 – A realidade das pessoas “podem” mudar. Cuidado: palavra próxima ao verbo não deve influir na concordância. Por isso : A realidade das pessoas pode mudar. / A troca de agressões entre os funcionários foi punida (e não “foram punidas”).

91 – O fato passou “desapercebido”. Na verdade, o fato passou despercebido, não foi notado. Desapercebido significa desprevenido.

92 – “Haja visto” seu empenho… A expressão é haja vista e não varia: Haja vista seu empenho. / Haja vista seus esforços. / Haja vista suas críticas.

93 – A moça “que ele gosta”. Como se gosta de, o certo é: A moça de que ele gosta. Igualmente: O dinheiro de que dispõe, o filme a que assistiu (e não que assistiu), a prova de que participou, o amigo a que se referiu, etc.

94 – É hora “dele” chegar. Não se deve fazer a contração da preposição com artigo ou pronome, nos casos seguidos de infinitivo: É hora de ele chegar. / Apesar de o amigo tê-lo convidado… / Depois de esses fatos terem ocorrido…

95 – Vou “consigo”. Consigo só tem valor reflexivo (pensou consigo mesmo) e não pode substituir com você, com o senhor. Portanto: Vou com você, vou com o senhor. Igualmente: Isto é para o senhor (e não “para si”).

96 – Já “é” 8 horas. Horas e as demais palavras que definem tempo variam: Já são 8 horas. / Já é (e não “são”) 1 hora, já é meio-dia, já é meia-noite.

97 – A festa começa às 8 “hrs.”. As abreviaturas do sistema métrico decimal não têm plural nem ponto. Assim: 8 h, 2 km (e não “kms.”), 5 m, 10 kg.
98 – “Dado” os índices das pesquisas… A concordância é normal: Dados os índices das pesquisas… / Dado o resultado… / Dadas as suas idéias…
99 – Ficou “sobre” a mira do assaltante. Sob é que significa debaixo de: Ficou sob a mira do assaltante. / Escondeu-se sob a cama. Sobre equivale a em cima de ou a respeito de: Estava sobre o telhado. / Falou sobre a inflação. E lembre-se: O animal ou o piano têm cauda e o doce, calda. Da mesma forma, alguém traz alguma coisa e alguém vai para trás.
100 – “Ao meu ver”. Não existe artigo nessas expressões: A meu ver, a seu ver, a nosso ver.

[tags]Português,Erros[/tags]


Tags: 100 erros

Esse post foi publicado de sexta-feira, 28 de setembro de 2007 às 28UTCFri, 28 Sep 2007 14:36:07 +0000, e arquivado em FNORD. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0. Você pode comentar ou mandar um trackback do seu site pra cá.

7 comentários para “100 Erros Mais Comuns em Português”
marquinho disse:
29 de setembro de 2007 às 29UTCSat, 29 Sep 2007 00:40:22 +0000
Ótimo post.
Deu pra tirar muitas dúvidas.
é muito difícil encontrar alguém que conheça 100% a lingua portuguesa, ela é muito copmplicada cheia de regras e particularidades, mas por isso mesmo uma das mais ricas e bonitas.

Responder
Rochester disse:
29 de setembro de 2007 às 29UTCSat, 29 Sep 2007 00:58:01 +0000
Fantástico.

da pra aprender uma infinidade de coisas aí.. muito bom mesmo

Responder
Norival R. Duarte disse:
30 de setembro de 2007 às 30UTCSun, 30 Sep 2007 20:42:46 +0000
Este é um artigo que, copiado e bem guardado, é fonte permanente de consultas.

Deve, portanto, estar disponível em tudo que é blog, inclusive no meu.

Com os meus abraços, Norival.

Responder
Tania disse:
9 de outubro de 2007 às 09UTCTue, 09 Oct 2007 08:26:51 +0000
Menino, seu post acabou comigo!
Preciso ficar mais atenta.
)

Responder
Romulo De Lazzari disse:
14 de outubro de 2007 às 14UTCSun, 14 Oct 2007 01:20:46 +0000
Este post devia ter link permanente na página inicial do Google!

Parabéns, tirou várias dúvidas minhas e também confirmou uma coisa que encho o saco de muita gente (a frase 44). Tinha “chego” NÃO EXISTE! Mas também descobri que cometo muitos erros desta lista!

Abraços…

Responder
André disse:
21 de outubro de 2007 às 21UTCSun, 21 Oct 2007 21:16:47 +0000
vc poderia colocar as regra de…
menos / menas
entrar dentro
mais / mas
e
seja esteja

Responder
Santaum disse:
15 de novembro de 2007 às 15UTCThu, 15 Nov 2007 00:36:41 +0000
Olá caríssimo Rev. Ibrahim Cesar,

Muito obrigado por ter publicado este e-mail que recebeu. Tá sendo muito útil pra mim. Meu português tá “enferrujado” demais. Pelo menos neste mundo blogosférico vamos ver se eu melhoro ou não a minha escrita rudimentar.

De qualquer maneira, me incluí, a partir de agora, na lista dos 3% do total de leitores do seu blog.

Parabéns pelo post e pelo blog. Excelente!

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sábado, 20 de fevereiro de 2010

GOSTO MUITO

Sempre gostei de fazer tudo que quero; nunca acompanhar regras. Pois, estes regulamentos do dia-a-dia não é muito cômodo...
Gosto muito de tomar café no verão. Também gosto de sopa muito quente, lógico, no verão. Gosto de coisas quentes no verão. Não dispenso uma bebida quente no verão. Não uso tomar bebidas alcoólicas, mesmo sendo verão, mas, gosto de tomar um chá quente no verão. Gosto de tomar, também, um caldo de mocotó, bem quente, bem apimentado no verão. Quero que você saiba de coisa: gosto de tudo que é quente no verão.
No inverno, à coisa muda, é totalmente diferente: gosto de sorvete, não interessa o sabor, desde que esteja bem gelado. Gosto de tomar água gelada no inverno. Gosto muito de tomar cerveja, bem gelada, sem álcool (0,0% álcool) no inverno. Tomar banho com água fria, é verdade, também faço isto no forte do inverno. Enfim: gosto de tudo frio no inverno.
Às minhas refeições, não se surpreenda quando você ficar sabendo. Vamos acabar estes mistérios. Gosto muito de tomar o meu café da manhã no turno da tarde. Gosto almoçar à noite. Gosto de jantar, ao meio dia. Gosto fazer o meu lanche da tarde ou tomar àquele chazinho da tarde, às nove horas da manhã. Afinal, ninguém tem nada com isso.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A Farsa do Onze de Setembro. As Torres Gêmeas foram implodidas ou não?

As Torres Gêmeas foram implodidas ou não?




É de conhecimento público que as famílias Bush e Bin Laden são amigas há décadas. A família Bush está envolvida até a raiz com o mercado de armas, a indústria de petróleo e conglomerados financeiros. Sabe-se também que o medo de "ataques terroristas" levaram à reeleição de George W. Bush, sendo concedido a este plenos poderes sobre a vida dos cidadãos estadunidenses e de intervenção bélica em países que tão-somente considerem uma ameaça à sua segurança. As decisões da ONU são simplesmente ignoradas. O fato é que as torres foram explodidas e o alto escalão sabia bem que isto aconteceria e todas as montagens do FBI são desmentidas com provas irrefutáveis de especialistas, gravações e relatos de testemunhas, que eles tratam logo de abafar. Apesar da aclamada qualidade dos serviços de espionagem norte-americanos, Ossama ainda não foi encontrado (que tal procurá-lo no porão da Casa Branca...nada se duvida). A indústria armamentista teve muito a ganhar, valores recordes por conta das guerras no Afeganistão e no Iraque; a presença das tropas americanas nestes países com a promessa de democracia e liberdade não melhorou em nada a vida de seus habitantes e não é mais novidade para ninguém que os últimos ataques foram motivados por interesses sobre as reservas petrolíferas iraquianas. Os gastos exorbitantes com as guerras causaram uma das piores crises na economia norte-americana e agora é um banco falindo atrás do outro. Os únicos que lucraram com isto tudo são os que sempre saem ganhando com qualquer crise. Agora, tentam desestabilizar a América Latina, financiando tentativas de golpe em países como Venezuela e mais recentemente na Bolívia para obterem de volta o poder que sempre conseguiram de forma ilícita, covarde e velada. Estão de olho principalmente nas reservas de petróleo e gás natural destes países. Não conseguiram que a Alca fosse aprovada e agora só resta a eles se imporem à força. A quarta frota foi reativada e está no Atlântico Sul só esperando por uma ordem de ação. E depois dizem que não há conspiração nenhuma...É claro(...).

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Será arte?
07.janeiro.2000

O que será a arte? A mulher loura sentada numa toalha, na areia da praia, abraçando as pernas? Ou o homem moreno, ao longe, andando com uma picareta no ombro e um saco na mão?

O que será a arte? A mulher que se levanta, sacudindo a areia do corpo claro e do biquíni preto, que anda um pouco, passa na minha frente e caminha dengosa para o mar? Ou o homem que passa apressado por mim e vai até as pedras, até os recifes de corais, com a picareta e o saco azul de lixo vazio na mão?

O que será a arte? A mulher que entra tímida no mar, que se benze, que se arrepia com o frio da água, que mergulha apressada e que joga pra trás os cabelos molhados? Ou o homem que coloca o saco sobre a pedra e começa a cavar, ora aqui, ora acolá, procurando, procurando...?

O que será a arte? Meu olhar à sombra, escorrendo no corpo da mulher loura como gotas de sal e brilho de sol? Ou o olhar curioso dos banhistas para o homem que cava a pedra amolecida de água à procura de... de que, mesmo?

O que será a arte? A mulher que se vira, escorre o cabelo com as mãos e sai do mar devagarzinho, olhando pra mim? Ou o homem que pega uma coisa aqui e joga de volta nas pedras, outra acolá e coloca no saco, enquanto dois banhistas curiosos se aproximam?

O que será a arte? A mulher que atende ao meu olhar, e vem na minha direção e diz O banho 'tá tão gostoso!, e eu digo Você também!? Ou os banhistas que perguntam alguma coisa para o homem com a picareta que responde alguma coisa que faz os banhistas se agacharem e pegarem alguma coisa?

O que será a arte? A mulher que se agacha e me beija mole e devagar, com pouco sal, com muito sal, quente e frio, no lábio e no céu da boca? Ou o homem que volta a cavar e a preencher o saco de lixo azul, livre dos banhistas?

O que será a arte? A mulher que se levanta e caminha de volta para a sua toalha, tendo me dado tudo que eu poderia querer, mesmo sem desejar, mesmo sem pedir, mesmo sem agradecer? Ou o homem que coloca a picareta no ombro e vai sumindo devagar, bem devagar, sem eu jamais saber que coisas ele coloca em seu saco azul?

Eduardo Loureiro Jr.
(O Pátio)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Tire todas as suas dúvidas sobre blogs.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A incorporação foi desativada mediante solicitação

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Aquário

Aquário

Aquário é um signo fixo de ar associados com amigos, grupos e ideais coletivos. Ele simboliza a reforma, invenção e mudança social. Aquário é individualista, original, pouco convencional, progressista, independente, humanitário, altruísta, visionário, perceptivo, intelectual, lógico, engenhoso, inventivo, imprevisível, independente, simpático e científico. Aquário é retratado como "O Aguadeiro", derramar o conteúdo de uma urna, o que parece ser um signo de água. O que se derrama como água a partir desta urna pode realmente ser ondas de força elétrica que acendem a iluminação social. A energia de Aquário é ideal para elevar a vibração da sociedade, ajudando-a ressoar e mais humanamente tolerantes em níveis progressivos. É um sinal, impessoal futurista que faz bem com o grupo de energia e com o avanço coletivo. Strong minded Aquário acredita em cooperação, mas afirma veementemente seu direito de ser um indivíduo.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

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Desmatamento

Início » Aquecimento Global » Desmatamento » Desmatamento



As florestas são o habitat mais rico e diversificado do planeta. Entretanto, são elas as maiores vítimas do "progresso" - se assim podemos chamar - do homem. As florestas tropicais do mundo estão sendo dizimadas a uma velocidade impressionante. Todo ano, 4 a 5 milhões de hectares são completamente destruídos. Isso significa que, a cada minuto, 12 a 20 hectares desaparecem do mundo diariamente. Além disso, uma espécie animal é extinta a cada meia hora.
Todas as principais florestas tropicais encontram-se sob ataque semelhante. Até bem pouco tempo, a África estava perdendo suas florestas a um ritmo de 2 milhões de hectares por ano, enquanto que no Sudeste Asiático as florestas remanescentes desapareciam a uma velocidade praticamente igual. A América Central tem hoje apenas um terço das florestas que possuía há 10 anos.

Isso acontece por causa das necessidades do homem em obter matéria-prima, pensando apenas no benefício imediato que isso lhes trará. Em países com florestas tropicais, a maioria da população camponesa está envolvida em algum tipo de atividade agrária de pequena escala. Simultaneamente, a madeira é responsável pela entrada das dívidas necessárias para muitos países dotados de florestas. Algumas das madeiras de lei fornecidas pelas árvores das florestas têm um valor comercial alto. Teca e mogno possuem uma madeira boa e durável, muito consumida no mundo ocidental para a fabricação de inúmeros produtos, como móveis e barcos. Todas as árvores menos nobres podem ser convertidas em polpa de madeira, compensado e papel.

Com a tecnologia moderna, nunca foi tão fácil cortar as árvores das florestas. Máquinas pesadas, como tratores e guindastes, são capazes de devastar grandes porções de floresta com muito mais eficiência do que com os antigos machados.

Mas há outras razões por detrás do desmatamento, além da extração de madeira. Os países em desenvolvimento precisam de cada vez mais estradas, represas, diques, canais, rede elétrica, tubulações para saneamento. Hoje, em poucos meses, pode-se converter uma grande extensão de floresta em enormes plantações ou fazendas de gado. Muitas das florestas latino-americanas foram devastadas para se obter pastagens para gado de corte, atividade agropecuária que constitui uma das principais fontes de renda da região.

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Louis Mencken

A história do crítico e jornalista norte-americano.
"Acredito que é melhor ser livre do que ser um escravo. Acredito que é melhor dizer o que se pensa do que mentir. E acredito que é melhor saber do que ser um ignorante."

Altas horas da noite, o crítico e jornalista norte-americano Henry Louis Mencken acendia um charuto, sentava-se em frente à máquina de escrever e dava início a seu entretenimento favorito. Golpeando as teclas num ritmo frenético, em meio a intermináveis baforadas, ele se lançava em mais uma sessão de diatribes e impropérios: o alvo de seus ataques, dependendo do dia e do estado de espírito, podia ser algum escritor de talento duvidoso, a moral da classe média americana, o New Deal política norte-americana de investimentos em obras públicas para enfrentar a recessão na década de 30 ou a humanidade como um todo. De tempos em tempos, Mencken fazia uma pequena pausa, lia o que acabara de escrever, dava um tapa na perna e soltava uma gargalhada. Depois de recuperar o fôlego, suspirava com satisfação e começava o próximo parágrafo.

A cena, descrita por um colega de trabalho, é perfeita para ilustrar a obra e a personalidade de Mencken, um dos grandes mitos do jornalismo norte-americano e um dos maiores críticos da mentalidade do seu país. Fustigou sem piedade as instituições, as crenças e os costumes de seus conterrâneos. Inimigo jurado de toda forma de puritanismo, atacava a moral burguesa, onde quer que a encontrasse. E poucas coisas lhe davam mais prazer que assistir, com um olhar lânguido e complacente, à indignação generalizada que seus textos despertavam.

Mencken nasceu em Baltimore, em 1880, e ali ficou até o fim da vida, em 1956. Suas palavras, no entanto, alcançavam os quatro cantos dos Estados Unidos, levadas por revistas como Smart Set e American Mercury. Pródigo, abundante, ele escreveu durante quatro décadas e incomodou na mesma medida em que foi lido por todos até por aqueles que o detestavam.

No auge da sua carreira, ele se tornou algo como o superego do seu país, uma espécie de má consciência nacional, pronta a denunciar toda espécie de mesquinharia e provincianismo. Sua inteligência transgressora tornou-o o ídolo de muitos; outros tantos, talvez a maioria, jamais perdoaram sua iconoclastia. Entre seus admiradores, encontrava-se o crítico Edmund Wilson, um dos maiores pensadores norte-americanos, autor de Rumo à Estação Finlândia, que cresceu lendo os textos de Mencken na revista Smart Set e para sempre o consideraria uma de suas influências decisivas. O escritor F. Scott Fitzgerald, que devia às resenhas literárias de Mencken muito da sua fama, apontava o Sábio de Baltimore como um dos maiores inspiradores da Geração Perdida, o grupo de jovens intelectuais americanos que, no período do pós-guerra, dedicou-se a retratar a morte de todos os deuses e o esgotamento dos antigos ideais.

Mencken jamais se sentiu à vontade com essa posição de guru intelectual: afinal, sempre esforçou-se em evitar o proselitismo e poucas coisas o deixavam mais desconfiado que a unanimidade, mesmo quando ela estava do seu lado.
Hoje, muitos o vêem como o exemplo do intelectual cético e belicoso, descrente de todas as convicções, avesso a certezas absolutas e a tudo o que possa servir de obstáculo para o uso da razão. Suas armas foram o cinismo e a hipérbole. Seu legado, a sugestão de que o homem é uma criatura desastrada e que só a cultura é capaz de redimi-lo. Em uma entrevista, no final da vida, disse que a humanidade sofre de uma idiotice patológica; ela jamais será feliz. No entanto, seu vigoroso ceticismo guarda espaço para uma firme, ainda que discreta, esperança: "Acredito que é melhor ser livre do que ser um escravo. Acredito que é melhor dizer o que se pensa do que mentir. E acredito que é melhor saber do que ser um ignorante."

domingo, 17 de janeiro de 2010

http://www.clicrbs.com.br/wrs/action/update/activeUserAccount?url=http%3A%2F%2Fwww.clicrbs.com.br%2Fzerohora%2Fjsp%2Fdefault.jspx%3Fuf%3D1%26action%3Dflip&t=cxwecOzZETgh3%2FPohdkUDIX1XWRYN8M9LVq%2BNP%2FNtBc%3D

PERFIL

Israel é sempre Israel. Não usa máscara nem em sentido denotativo; tampouco conotativo. Como diz o ditado popular: "Quando não é pisado no calo", é uma maravilha em pessoa não importando para quem quer que seja (entretando, confiar nas pessoas faz parte da sua índole) até que a pessoa "a" prove a o contrário. O mesmo não precisa conhecer ninguém, pessoalmente, para que tire-o(a) para amigo(a), é só ser aceito. Ele defende àquelas teses: O maior erro dessa vida é ter medo de errar... Quase tudo é possível quando se tem dedicação e habilidade. À imaginação é mais importante ao conhecimento. O segredo da criatividade é saber como esconder suas fontes. Nunca desestimule alguém que evolui, não importando como vagaroso seja o progresso. Grandes trabalhos são realizados não pela força, mas pela perseverança. Preconceito é opinião sem conhecimento. (Às ações( para o mal; ou para o bem) são reflexivas). Quem lhe conhece, sabe muito bem: Israel sabe dar valor a o ser humano antes de tudo. Muita gente tem à convicção de que: para gostar do próximo, primeiro tem que gostar de si. Ele não fuma, não se alcooliza (não é adepto de drogas); é uma pessoa que está sempre em harmonia com tudo que à natureza nos oferece. Não é ligado à noitadas. Procurar ser correto, análogo a muita gente que tem esse predicado, é o segredo de alguém que está sempre, espiritualmente e fisicamente, bem consigo ... Israel tem, sim, esse atributo. Muito veemente quando se trata de buscar o que lhe diz respeito. Peleja apenas pelo que é seu por alçada. Em outras palavras: busca apenas o que lhe pertence... Não é perfeito, pois, depende da sua perfeição. Às vezes, um pouco autista; mas, não antissocial. Bastante amável; quando é amado! Bastante seguro, pois, não tem o rabo preso e conhece aonde pisa. Bastante eclético; mas, não se deixa levar. Bastante puro; quando não se mistura ... 100% protegido contra vírus!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

REPÚBLICA DO HAITI

Pais insular das Antilhas, que ocupa a parte ocidental da ilha do mesmo nome; 27.750 quilômetros quadrados; 8.270.000 hab. (haitianos). Cap. Porto Prícipe. línguas: crioulo e francês. Moeda: gurde. Geografia-População de maioria negra, clima tropical, relevo de cordilheira separadas por terras mais baixas, produtoras de café, banana e cana-de-açúcar, os princi-pais recursos comerciais. O subsolo contém bauxita. Pais superpovoado, subindustrializado e endividado, com nível de vida muito baixo e fortes tensões sociais. História. A época colonial. 1492: habitada por indios aruaques, a ilha foi descoberta por Cristovão Colombo, que a batizou de Hispaniola. 1697: reconhecimento da ocupação da parte ocidental pela França (tratado de Riswick). Sec. XVIII: a reg. tornou-se a mais próspera das colônias francesas devido à produção de açúcar e café. Noventa por cento da população era de negros (escravos ou libertos) e mulatos. 1791: Toussaint Louverture assumiu a liderança da insurreição dos escravos. 1795: a Espanha cedeu à França a parte oriental da ilha (tratado de Basiléia).
O século XIX. 1804: depois de expulsar os francês, o negro Jean-Jacques Dessalines proclamou-se imperador do Haiti. 1806-1818: com o L. da ilha reocupado pela Espanha, uma secessão gerou um confronto entre o reino do N. (Henri Christofhe) e a república do S. (Alexandre Pétion).
1822: reunificação da ilha. 1844: a parte oriental recuperou a liberdade, tornando-se a República Dominicana. 1849-1859: Faustino I assumiu o poder com o título de imperador. 1859-1910: os mulatos dominaram a vida política. O século XX. 1915-1934: a dívida externa e a crise política provocaram a intervenção dos E.U.A., que ocuparam o pais. 1934-1957: a partida dos americanos deu inicio a um novo período de instabilidade.1957-1971: Fraçois Duvalier, pres. vitalício(1964), implantou uma ditadura.
1971-1986: seu filho Jean-Claude Duvalier, sucedeu-o, mas uma grave crise forçou seu exílio. 1986-1990: os militares (Henri Nanphy, Prosper Avril) mantiveram-se no poder de modo quase ininterrupto, 1990: o padre Jean-Bertrand Aristide, apótolo da teologia da libertação, foi eleito presidente da República. 1991: assmiu em fevereiro e, deposto por um novo golpe militar em setembro, partiu para o exílio. 1994: intervenção militar americana; J.-B. Aristide voltou ao país e reasumiu a presidência. 1996: eleicão presidencial de J.-B. Aristide (11/2000). A crise política, porém, persistiu, num contexto econômico catastrófico. Sob pressão da oposição democrática, de uma rebelião armada e da comunidade internacional, o Pres. Aristide renunciou e exilou-se (fevereiro). Bonifácio Alexandre assumiu interinamente a presidência. Forças internacionais foram para o Haiti, garantir a segurança.