quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A farsa do soletrando

Um comentário:

  1. Éder, Thafne; Thafne, Éder.
    Não sei como devo definir: beneficiar um; prejudicar outro?
    Por ventura não seja este o gabarito.
    Preste atenção: O próprio Éder percebe o erro. Ele fica constrangido, talvez, por se sentir ajudado( coisa que, cultamente, ele não precisa). Agora veja como o Luciano complica contra à menina, Thafne: ela não reconhece à palavra que ele dita(mesmo ela sabendo a palavra original), Luciano sempre lhe dando uma lavagem cerebral, em outras palavras, fazendo com que ela se atrapalhe. Por que não admitir o erro? Humildade perturba por quê? E o porquê dele não admitir à falha? Eu, Israel, não estou o julgando. Não precisa ser psíquico, mas, nota-se também que o professor Sérgio Nogueira e o Gabriel ficam meio com dó. Por favor, meu amigo! À palavra que seria: infra-hepático; você dita: "infrepático". Tadinha da menina, ainda bem que ela é esperta. Ela não engoliu essa. Uma interrogação que à adversidade não me deixar calar: será que o Luciano não foi com à cara da Thafne?

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